quarta-feira, 23 de março de 2011

não existe tempo perdido

Foram-se duas madrugadas, mas enfim, terminei de ler o livro, agora são exatamente 7:24 a.m. e me encontro quase frustrada como uma criança que tanto anseia, mas ainda não consegue falar, pelo menos nesse momento percebi que amo pouco, ou que nunca conheci esse sentimento, ou que, já não mais, sei cativá-lo, apesar de tentar. E se em mim ainda existe, não de forma intensa como pode ser, espero que um dia o sinta, pois pelo meu ponto de vista, se não for assim, não vale a pena a vida, talvez a culpa nãe seja só minha, talvez seja porque não senti ainda a dor de um verdadeiro adeus, ou por viver em épocas que pouco me exigem o amor, mas consideremos o livro que se trata, tampouco hitler contribuia para um ambiente favorável e mesmo assim, conseguiu amar, tendo que dizer adeus sem nem ao menos ter lo dito em voz alta, o mais puro que já vi, mesmo que seja em uma forma escrita, não sei se aguentaria, talvez esse fardo não seja o meu, demonstrado totalmente em forma de amizade e reprimindo seus desejos mais incessantes e talvez temidos, mas o mais triste não é por fim não ter amado de tal forma e sim não ter dito e continuar vivendo com esse fardo sem saber ao certo se realmente está sendo observado de outros ângulos da vida (ápos a morte). No fundo um amor é sentido antes mesmo de ser dito e mesmo que seja assim, vós imploro não deixem de dizer, a vida é curta e não sabemos quem se vai primeiro, é sempre bom deixar bem claro!
 Por enquanto vou vivendo tentando entender o que ainda não senti oú talvez siinta ou tenha sentido, vou tentar resgatar essa diversidades de cores, mesmo que um dia a cor não seja tão agradável.

                  Preciso dizer sendo franca: nunca dêem esperanças a um amor que não possam retribuir.
     Ferir as pessoas não deixa de ser uma forma de se ferir, depois de um tempo vcê acaba entendendo.
                                      bjus da quase sempre perplexa e constantemente mutável LUI R.
                                            *um dia terei outra Husky e o nome dela vai ser TRUDY
                         não tem nada haver com o nome da persagem Liesel, mas dedicado ao amor e a capacidade de restauração de seres que muito disseram adeus (como a personagem), passado de uma forma amarga e crua, porém não fora da realidade pelo autor Markus Zusak.


 >>  E essa tal de morte, só quero conhecê-la, no dia que em mim não houver se quer um pingo de amor e esperança!  


  OBS: EU SEI O TÍTULO NÃO FAZ SENTIDO, MAS UM DIA TE EXPLICO ; )

quinta-feira, 17 de março de 2011



E o carnaval passou, percebi que por mais forte que eu me sinta, ainda assim sou fraca
que amigos, realmente são amigos e quem diz o contrário, é pque já não tem mais esperanças
e seu espírito não tão rico se tornou!
Momentos ótimos, até os que não foram tão bons : )
pude ver umas verdades nas entrelinhas e as que se encontram dentro de mim, mesmo assim ainda me sinto confusa!
Tempo esse tempo que não passa, tempo psicológico, que não é nada comparado ao tempo de Deus, mas que nos aflinge...
O pior, ou melhor (rs) é que nem estou cansadaa e só agradeço, pelos momentos e por eu ainda estar aquii, mesmo com sentimentos confusos e me sentindo fraca e talvez ter falhado mais uma vez, ainda assim estou vivendo.
Ah esperançaaa ... só vai morrer quando eu der meu último suspiro, espero que quando eu completar uns 190 anos kkkkkk , depois do suspiro, só Deus sabe!

 ... E eu espero nunca esquecer daqueles que estão e estiveram ao meu lado, nos momentos (BAD ROMENCE) rs' isso ai pessoal, não vou esquecer vcês  : )     bjuu especial  p/ o pessoal que curti o carnaval   e Bjo mais especial p/ o Junior primo!  e Minha família que tanto amo e tanto me atura : ) 

bjubju da Luiii ...   só pra lembrar, eu tento, mas não consigo ficar com raiva por muito tempo!  Se isso é bom!?  responde vcê.